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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Onde há fumaça há fogo?

Acabo de voltar de Vila Velha em mais uma viagem de transcolino...rsrs...

Já sou mega antenada (pra não dizer enxerida) e a moça que estava assentada atrás de mim ainda gritava ao telefone... não deu outra: fiquei escutando a conversa...kkkkkk
Pois bem, a moça conversava com uma amiga e, entre as respostas da amiga,  dizia frases como:
- Amiga, não sei o q faço, Rafael terminou comigo....
- É...foi pq estavam ligando pra mim com chamada restrita e daí qdo Rafael atendeu falaram “oi linda, td bem?”. Depois ligaram novamente e falaram “quero falar com o Rafael”. Aí ele está desconfiando de mim, falou até que tinha vontade de me matar.
- Eu vacilei, deveria ter falado que era engano, algo assim. Depois falei pra Rafael não ligar pra isso...que deveriam ser os amigos dele querendo nos atrapalhar, que eram invejosos.
- É...foi aquele doido lá... deveria estar bêbado e me ligou. Sabe como é homem quando está bêbado né? Ainda bem que ele ligou restrito... Nossa! E ele sabe que eu estou namorando, não era pra ter me ligado 22h...
- Pior que Rafael é mt esperto... ele é super desconfiado e agora quando a gente voltar, vai ficar desconfiando de mim. Isso é ruim! Mas eu não vou denotar que estou errada não. Vou fingir que estou certa e dar uma de durona. Vou me fingir de ofendida, insistir que é um dos amigos dele...

Aí a conversa terminou e pude chegar a algumas conclusões:
1 - Ela sabia perfeitamente de quem era a chamada restrita e já teve um envolvimento amoroso ou/e sexual com o rapaz.
2 – Pode até não ter mais nenhum envolvimento sexual ou/e amoroso com o rapaz que ligou, mas com certeza está traindo a confiança do atual namorado ao enganá-lo, mentindo descaradamente.
3 – Os amigos do Rafael, se ele continuar o namoro, logo o perderão como amigo. Pois a namorada dele os classifica como invejosos e os culpará em outros momentos tb. Rafael ficará sem amigos.
4 – Ela já está certa que vai voltar, a preocupação dela era dele ficar controlando ela por desconfiança...rsrs...
5 – Ela não tem escrúpulos pra mentir. Mente pra se favorecer! Será que não mente pra amigos, família e no trabalho tb pelo mesmo motivo?

Moral da história:
1 – Dizem quem homem não presta, mas ta aí um exemplar feminino imprestável!

2 – Onde há fumaça, pelo menos, há intenção de botar fogo. E se o que vale é a intenção... rsrsr... elimine logo a coisa pela fumaça ( a não ser que vc seja botafoguense...kkk). Quem esconde a verdade uma vez, em situações não comprometedoras, poderá escondê-la novamente, em situações bem piores.

É amigos... as mulheres estão conquistando mesmo a igualdade, até no que não deveria.

bjs

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Silêncio é omissão e omissão é mentira?

Com certeza não dizer a verdade, se omitir em dizê-la, é uma forma de mentir. Pq na omissão vc tem a clara oportunidade de dizer a verdade, mts vezes é compelido a dizê-la, mas não diz. Isso por medo das consequências da verdade ou simplesmente com medo de magoar o outro.

E sempre que nos omitimos, acabamos nos silenciando. Mas silenciar é sempre se omitir? Nem sempre... As vezes a pessoa apenas se cala, sem ser questionado por isso, pensando ser o melhor a fazer para evitar discórdias.



Há um texto mt interessante do psicoterapeuta Alberto Lima sobre isso e deixo para vcs a seguir:

O problema com o silêncio na relação está em que ele se oferece como uma perigosa tela em branco para as mais terríveis suposições. Muitas vezes aquele que cala imagina, ingenuamente, que assim evita conflitos. Na verdade dá ensejo a eles. A pessoa submetida ao silêncio é compelida a mergulhar num torturante jogo de adivinhações, sentindo-se na maior parte das vezes impotente para mudar a situação. De caso pensado ou não, o silêncio consiste num exercício tirânico e perverso de poder.

Silenciar é uma forma de excluir o outro e, em geral, assume aos olhos do interlocutor o valor de uma punição. Com a interrupção da comunicação, teme-se que se tenha retirado também o afeto.

“Foi algo que eu fiz?”; 
“Foi algo que eu não fiz?”; 
“Foi algo que eu disse?”; 
“Um esquecimento, uma mancada?”, 
“Ofendi?”; 
“Magoei?”; 
“Feri?”; 
“Onde foi que errei?”. 

As hipóteses levantadas são inúmeras e, na maior parte das vezes, autorreferentes (formuladas na primeira pessoa), justamente em razão de o silêncio ser percebido como uma punição “merecida”, ainda que se desconheça o crime cometido. Esse tipo de leitura costuma ser feito por quem, a priori, se sente culpado. Incide, também, na vida de quem coloca o parceiro ou parceira no lugar de uma figura parental — a autoridade paterna ou materna —, que, então, teria em suas mãos o “divino” direito de deliberar sobre o certo e o errado, sobre o valor e sobre o destino do “filho” ou “filha”.

Para superar a dificuldade — ou grande parte dela —, é preciso, antes de mais nada, que a pessoa submetida ao silêncio reconheça o caráter simétrico da relação (em contraste com a assimetria esperada para uma estrutura relacional pai/mãe-filho/filha).

O silêncio é uma forma de comunicação, com a peculiaridade e o agravante de  ser “vazio”. A psique não tolera esse vazio e, então, preenche-o com suposições de toda ordem. Isso facilmente resulta em insanidade, atordoamento, sofrimento psíquico. Levando-se esse fato em conta, é fundamental brecar o levantamento de hipóteses e solicitar do interlocutor o clareamento de sua comunicação silenciosa. Costuma ajudar quando a vítima do silêncio é capaz de comunicar seus sentimentos. 
“Sinto-me refém de seu silêncio”; 
“Sinto-me punido (punida) por algo que desconheço”; 
“Não compreendo o que o levou (a levou) a modificar nosso padrão de comunicação”; 
“Sinto-me disponível para ouvir e tentar compreender, mas, para isso, vou precisar que você seja claro (clara)”; 
“Sinto-me mais seguro (segura) quando o que se passa pode ser explicitado”; 
“Acho importante você saber que, diante de seu silêncio, eu me sinto impotente.”
A transparência tem a grande vantagem de não enlouquecer, mesmo quando seu conteúdo é desagradável. A tortura do silêncio é infinitamente mais lesiva para o interlocutor do que qualquer realidade que o silencioso escolha calar.
A relação amorosa precisa ser democrática. Ou não será amorosa. O uso perverso do poder por meio do silêncio precisa ser cassado pela vítima. Esse gesto libertará a ambos, uma vez que a situação que se instala não é justa nem saudável para ninguém. É o dominado que autoriza o dominador — portanto, pode, da mesma maneira, desautorizá-lo.
Concordo com ele... vale a reflexão. Bjs

sábado, 27 de julho de 2013

Qdo o interesse não é coisa boa...

Todo mundo tem interesses....senão não classificaria algo ou pessoas como interessantes. Mas existem pessoas com interesses e pessoas interesseiras. A linha que separa esses dois tipos de pessoas nem sempre é percebida pq pessoas interesseiras normalmente não querem demostrar o real interesse delas e por isso acabam sendo pessoas mentirosas tb.

Tem gente que se interessa por várias coisas: pelo garoto bonito da academia (q no primeiro momento atrai interesse pela blz), pela colega da sala de aula super inteligente (q no primeiro momento atraiu pela inteligência), pelo profissional bem sucedido em quem ela pode se espelhar (q no primeiro momento atrai pelo dinheiro ou poder) ou pela pessoa divertida (q no primeiro momento lhe faz sorrir). Todos esses interesses são normais no primeiro momento e dps q se conhece o outro, passa a ser apenas uma das qualidades observadas. Gente q se interessa, cuida, ajuda, como numa simbiose.

Ninguém se aproxima de alguém por quem não tem interesse, o problema é qdo o interesse não ultrapassa a “casca” ou o bolso do outro. Aí temos a pessoa interesseira!


Gente interesseira não se vê interessada em alguém por algo inicialmente, procura em todos o algo que quer e só se aproxima se achar q conseguirá. E para conseguir, essa gente simula, finge ser quem não é... finge não ter interesse em nada. Gente interesseira, por justiça, deveria sempre encontrar gente interesseira pelo caminho. O problema é que encontram sempre gente bacana para parasitar.

Mas acredito na lei do retorno e o fracasso de gente interesseira é subestimar o alvo do seu interesse. Ou seja, se um dia forem alvo do próprio veneno, de outra pessoa interesseira, vão se decepcionar bastante no final.

Quem planta vento... um dia colherá tempestade! Então, interesseiros de plantão, pensem bem antes de ter atitudes que façam mal aos outros. E se tiverem, aguentem firmes qdo o mal feito retornar...

Por fim, como sempre, deixo uma música....dessa vez de Legião Urbana - As flores do Mal




quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fugir: nem sempre é um ato de covardia.


Normalmente as pessoas dizem: “Enfrente os problemas, não fuja!” ou “vc é corajosa, enfrenta td de frente”. Mas essa é sempre a melhor opção? Isso é ter coragem?

Pra mim, ter coragem é fazer o q se quer fazer, msm q o q pareça certo ou o q as pessoas esperam de vc seja o contrário. Lógico, não estou dizendo que é corajoso matar aquele vizinho chato q escuta funk o dia inteiro.... Não, não é isso! Isso não é coragem, é subestimar o valor da vida humana, por mais chato que o cara seja...rsrs

Falo do controle das decisões que afetam somente o próprio indivíduo e mais ninguém. Decisões que mudam a trajetória da sua vida, que mudam o modo como se é visto pelas pessoas.

Por exemplo, fugir de uma briga. Evitar uma briga com ctz é ser mais corajoso e inteligente do q brigar. Não atender a ligação daquele cara q vc gosta, mas q sabe que só ouvirá mentiras tb é um ato de coragem. Isso qdo o desejo de se ouvir somente verdades é maior do que o desejo de estar com aquela pessoa msm ouvindo mentirinhas. Pq se, como dizia Cazuza “mentiras sinceras me interessam”, o corajoso é fugir do q td mundo espera q vc faça e continuar saindo com o mentiroso.

Não interessa se vão pensar q vc é fraca, chifruda ou boba. É isso msm q vc quer? Fuja das opiniões contrárias, fuja do tradicional e esteja com quem te faz feliz. Mas se isso não te faz feliz, fuja dessa relação. Não atenda ao tel, não vá as mesmos lugares, não veja mais o face da pessoa. Isso é coragem!

Às vezes a coragem tb está em vencer o próprio orgulho. Orgulho este q às vezes é confundido com autoestima. Autoestima é a pessoa se valorizar, se estimar. Ou a pessoa tem autoestima ou não tem autoestima. Esse lance de alta autoestima é mais um eufemismo do orgulho. Pois UM dos significados da palavra orgulho é amor-próprio demasiado. Quando a pessoa se valoriza demais tb não é legal. Muitas vezes acaba deixando de pedir perdão quando necessário ou de ceder quando for preciso.

Então, se vc acha q algo lhe trará problemas, q não vale a pena encarar: fuja! Bjs






sábado, 30 de março de 2013

A mais pura verdade: o amanhã é um mistério.

Olá!!!

Quanto tempo né? O ano acabou, outro iniciou e eu não postei mais. Foi o tempo! Ou a falta dele... rsrsr

Muita coisa aconteceu, mudei de emprego, voltei a estudar, arrumei novos amigos. Então, pra recomeçar, posto uma mensagem sobre o tempo.

"Imagine que você tem uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte. Todas as noites seu salto é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz? Você vai gastar cada centavo, é claro!
Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando. Se chama tempo. Todas as manhãs, é creditado para cada um 86400 segundos. Todas as noites, o saldo é debitado como perda. Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs sua conta é reiniciada e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta. Você precisa gastar, vivendo no presente, seu depósito diário.
Invista, então, no que for melhor: na saúde, felicidade, sucesso! O relógio está correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
Para você perceber o valor de UM ANO, pergunte a um estudante que repetiu um ano.
Para você perceber o valor de UM MÊS, pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuramente.
Para você perceber o valor de UMA SEMANA, pergunte a um editor de jornal semanal.
Para você perceber o valor de UMA HORA, pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
Para você perceber o valor de UM MINUTO, pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
Para você perceber o valor de UM SEGUNDO, pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
Para você perceber o valor de UM MILESEGUNDO, pergunte a alguém que venceu a medalha de prata numa Olimpíada.
Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você. Lembre-se: o tempo não espera por ninguém. O ontem é história. O amanhã é um mistério. O hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de presente!
Amigos são como jóias raras... nos fazem sorrir e nos encorajam para o nosso sucesso. Eles emprestam o seu ouvido, dividem palavras de conforto e sempre estão dispostos a abrir o coração para nós." 

Como de costume, deixo uma música pra vcs: